Voluntariado nos Paramédicos de catástrofe Internacional
Dezembro 20, 2010
O trabalho voluntário esteve sempre no cerne da ideia dos Paramédicos de catástrofe Internacional (PCI). Quando Bruno reis, fundador da Associação Paramédicos de catástrofe Internacional, viu feridos e moribundos em muitas das suas acções humanitária, rapidamente reuniu amigos para o apoiarem nesta causa humanitária em ajudar o seu próximo.
Voluntário é aquele que se disponibiliza voluntariamente a colaborar nos serviços da Instituição, quer em tempo de paz, quer em tempo de
guerra, aos níveis do desenvolvimento, do planeamento, da coordenação e da execução, e socorro de quem mais necessita em toda a parte do mundo onde seja importante o nosso contributo.
De acordo com os Estatutos dos Paramédicos de catástrofe Internacional –PCI , os membros associados activos são pessoas singulares que, voluntariamente, tenham aceite prestar serviços de uma forma solidária e desinteressada
O Voluntariado está confrontado com mudanças imparáveis em curso. Mudanças a nível da diversificação das necessidades e interesses que são objecto da criação de novos campos de intervenção do cidadão.
Paramédicos de catástrofe Internacional promove o Voluntariado Jovem, fomentando, a participação de crianças e jovens na actividade da instituição, e, designadamente, a difusão dos Princípios .Os voluntários, depois de devidamente seleccionados, formados e enquadrados, podem responder a:
- Assistência às vítimas de conflitos armados em coordenação
- Assistência às vítimas de desastres naturais ou outras emergências em coordenação com entidades nacionais e internacionais.
- Situações de emergência: a nível da prevenção e apoio em missões de auxílio, assistência e tratamento de doentes e feridos, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra – informação, apoio na sobrevivência – alimentação, cuidados sanitários básicos, cuidados de enfermagem, apoio psicológico.
- Mitigação das consequências e preparação ao retorno da vida normal.
- Socorro e transporte de pessoas em situação de vulnerabilidade, primeiros socorros, apoio aos mais vulneráveis, como idosos, crianças em risco.
- Socorrismo de proximidade – rede de actuação rápida com socorristas de proximidade e disponibilidade de equipamento e material de socorro, de acordo com as necessidades.
- Acções de apoio e prevenção junto de jovens em risco, imigrantes, idosos em situação de solidão, recuperação e reintegração de pessoas vítimas de acidentes de trabalho, de viação ou de doenças incapacitantes.
- Apoio a Idosos e Dependentes – promovendo academias e clubes seniores, numa perspectiva de resposta diferenciadora e geradora de um envelhecimento saudável.
- Angariação de fundos, organização de eventos.
- Actividades de gestão, órgãos sociais, etc.
- Difusão dos princípios e ideais da instituiçao.
- Difusão do Direito Internacional Humanitário.
Intervenção em várias áreas/grupos vulneráveis: população prisional e famílias, vítimas de violência, jovens em risco,
imigrantes, segurança rodoviária, prevenção do alcoolismo e toxicodependência, pandemias, educação ambiental e de saúde, promoção dos hábitos alimentares saudáveis, combatem ao insucesso escolar, rastreios, entre outros.









