Cooperação para o Desenvolvimento
Julho 5, 2011
Tendo como princípios básicos de intervenção, a sustentabilidade, a participação, a valorização de recursos locais e a multiplicação de efeitos através da capacitação de agentes locais, a PCI – Paramédicos de Catástrofe Internacional, actua em toda aparte do mundo dando a sua maior atenção nos PALOP desenvolvendo projectos em estreita colaboração com parceiros locais, exímios conhecedores das realidades locais, que identificam as necessidades das populações e os actores-chave.
A PCI – Paramédicos de catástrofe Internacional tem como principais pressupostos de actuação em Cooperação para o Desenvolvimento:
- que a intervenção seja uma resposta a necessidades solicitadas e fundamentadas por um diagnóstico, que envolva um pedido, a identificação das necessidades e o envolvimento dos parceiros na construção do projecto.
- que a intervenção pressuponha a interacção com organismos congéneres nos territórios de desenvolvimento dos projectos ou em Portugal (outras ONG, instituições públicas e privadas, associações, etc.).
- que a intervenção se baseie na fidelização a longo prazo com os territórios de intervenção, o parceiro e a comunidade local, ou seja, que exista continuidade das acções a desenvolver.
- que a intervenção em projectos permita uma componente de execução por parte do ISU, com autonomia e criatividade, através da participação de voluntários (de curta ou longa duração).
- que a intervenção se realize numa lógica de investigação-acção, de relação entre a prática e a teoria, de metodologia de projecto e de disseminação de boas práticas.
- que a intervenção se realize nos Países de Língua Oficial Portuguesa, prioritariamente nos Países Africanos de Línguas Oficial Portuguesa (PALOP) e preferencialmente em zonas mais isoladas e com menos acesso a oportunidades ,tanto a nível da saúde, Educação, e saneamento Básico.
- que a intervenção se desenvolva prioritariamente com: mulheres, jovens, crianças, técnicos locais e organizações da sociedade civil.
PCI – Paramédicos de Catástrofe Internacional, iniciou a sua actuação na área da cooperação para o desenvolvimento em Angola. Depois disso, iniciou contactos institucionais em Angola e na Guiné-Bissau, com o intuito de desenvolver projectos que possam posteriormente vir a integrar nos países. Estes contactos culminam na elaboração do primeiro projecto de cooperação, com parceiros locais e organizações da sociedade civil.









